Nenhuma família é verdadeiramente normal mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada.
Ficha Técnica
Título Original: Little Miss Sunshine
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2006
Site Oficial: http://microsites2.foxinternational.com/br/pequenamisssunshine/
Distribuição: Fox Searchlight Pictures
minha crítica
Não sou o que se pode chamar de cinéfila, por falta de tempo, e admito de paciência. Mas acredito que sei reconhecer um bom filme. Miss Sunshine para mim foi além disto. Tratar de temas batidos como família em crise, diferenças, paradigmas, preconceitos, sem cair em uma mesmice, e repetir fórmulas prontas, isso o filme conseguiu. Alterando momentos hilários com crises de choro do incío ao fim, o filme que para muitos abusa do humor negro, para mim no entando, usa isso como um artifício e sem cair no mau gosto. Entre todas as dificuldades expostas através dos problemas em se adecuar a sociedade que cada personagem apresenta, o que mais me chamou atenção foi em relação de como é tratado a questão da beleza. Do esteriótico de beleza dos dias de hoje, que no filme é retratato em meninas, crianças ainda. Miss Sunshine da um desfecho diferente a esta tema, do que costumamos ver por aí, o famoso estilo Sessão da Tarde, onde a menina feia no final se transforma em Cinderela.



